IDÉIAS MUDAM O MUNDO
Shift quer dizer mudança. Mudança de cenário, mudança de percepção, mudança de posicionamento, para melhor. Shift é um símbolo da capacidade de adaptar-se permanentemente às mudanças de um cenário que também não para de mudar. Conheça alguns trabalhos do nosso repertório navegando pelos links do topo da página.
WRITE THE FUTURE
A Nike não está entre os patrocinadores oficiais da Copa do Mundo, mas está trabalhando para ter uma visibilidade equivalente. Essa semana, quebrou o seu próprio recorde com a audiência do novo vídeo viral (ou seja: que se propaga espontaneamente, sem mídia paga) que produziu para a Copa do Mundo. O vídeo atingiu e já superou a impressionante marca de 8,7 milhões de visualizações. O recorde anterior era de outro viral da própria Nike, o sombrio "Earl and Tiger", visto 6,3 milhões de vezes.
É graças ao YouTube que vídeos como esse podem tornar-se verdadeiros fenômenos virais. Para ver a lista publicada pela AdWeek indicando os outros vídeos mais populares da semana, clique aqui (em inglês. Cadastro necessário, mas gratuito). Para ver o vídeo no YouTube, clique aqui.
É graças ao YouTube que vídeos como esse podem tornar-se verdadeiros fenômenos virais. Para ver a lista publicada pela AdWeek indicando os outros vídeos mais populares da semana, clique aqui (em inglês. Cadastro necessário, mas gratuito). Para ver o vídeo no YouTube, clique aqui.
SO SIMPLE, TRÉS CHIC!
Muito já foi dito sobre o poder da simplicidade na propaganda. Mas o vídeo 'Parisian Love' é um daqueles exemplos contundentes que todo mundo deveria assistir para incluir no repertório da memória. Para quem costuma gastar os tubos produzindo comerciais sem idéia nem roteiro, é uma pedrada.
Nota: Este post está retomando as atualizações por aqui depois de um (longo? breve?) período sabático. Alguns assuntos cuja relevância resistiu ao tempo podem ser objeto de 'retroposts'. Outros merecem mesmo ser deixados para lá.
Nota: Este post está retomando as atualizações por aqui depois de um (longo? breve?) período sabático. Alguns assuntos cuja relevância resistiu ao tempo podem ser objeto de 'retroposts'. Outros merecem mesmo ser deixados para lá.
VICIADO EM MÍDIAS SOCIAIS?
O pessoal da SONY teve uma idéia engraçadinha para divulgar os novos notebooks da série W, que pretendem ser perfeitos para os "viciados em mídias sociais". Visitando o site que está aqui você pode verificar se é realmente 'adicto' e se juntar a outros dependentes como você. Se quiser pode ver o vídeo logo abaixo, em inglês, mas pode ser mais divertido entrar no site como se você não soubesse de que se trata. Veja o vídeo, e faça força para não publicar nada a respeito no seu Twitter, Facebook ou Orkut. Lembre-se: LOGOUT, SHUTDOWN, GO OUT!
ALIMENTE O PASSARINHO
Muito se tem falado no Twitter, micro-blog-fenômeno dos últimos tempos que tem arrecadado usuários entre cada vez mais pessoas físicas e marcas. Mas ninguém tinha feito ainda um levantamento como o publicado pelo CCSP, que lista diversas marcas num ranking onde o critério é o número de seguidores, inclusive observando aquelas que aparentemente entraram na onda e abandonaram logo depois, o que evidentemente não é nada bom para a imagem da marca. Visitando os twitters que estão no topo da lista, entre eles Google e Starbucks, dá pra aprender um pouco mais sobre os usos que a ferramenta pode ter. Também dá pra ver que a brincadeira é pra ser levada a sério. Leia clicando aqui.
SHIFT: PERSONAL SHOWCASE

Há 25 anos a revista ARCHIVE é referência para criativos de todo o mundo a respeito de linguagem de comunicação de marcas. A SHIFT foi a primeira agência catarinense a ter trabalhos selecionados para publicação, com a campanha para a Linha Lumière da Itagres. Até aí, sem novidades. A novidade é que agora, orgulhosamente, também temos um Personal Showcase no site da revista, para exibir um pouco do portfolio de peças gráficas. Algumas peças estão sendo traduzidas para publicação, então atualizações estão previstas para breve. Para espiar, clique aqui.
TEENS E O CONSUMO DE MÍDIA
Sem pretender ter alguma representatividade em termos de amostragem ou precisão estatística, o relatório trouxe várias questões que imediatamente chamam a atenção pela quantidade de 'insights' que podem conter sobre os rumos do consumo de mídia, e pode servir como apoio para quem quer intuir quais serão os setores da indústria com maior rentabilidade no curto e médio prazos. Entre as declarações de maior impacto, uma que diz que o Twitter, considerado um novo fenômeno de popularidade, "não é para adolescentes".
Resumo traduzido dos 'highlights':
Os adolescentes estão consumindo mais mídia, mas de modos totalmente diversos, e certamente não estão preparados para pagar por isso. Eles não gostam de propaganda intrusiva em outdoors, TV ou internet. Gostam de buscar e transferir conteúdos entre plataformas como iPods, celulares e sites. A mídia impressa é vista como irrelevante, especialmente quando paga, mas eventos como cinema e shows permanecem populares e entre as últimas atividades pelas quais eles se dispõem a pagar. A convergência entre games, TV, celulares e internet está se acelerando, com grande impacto no negócio da TV paga. Quando se trata de celulares, preço é o fator chave, tanto em termos do preço dos aparelhos quanto da possibilidade de não manter vínculos contratuais com as operadoras, apenas pagando pelo uso. Telefones com recursos situados numa faixa média são dominantes, já que os smartphones são vistos como desejáveis mas muito caros. A maioria prefere ter dispositivos separados para música e mensagens. Mensagens de texto tipo SMS ainda são o recurso essencial, e o uso de serviços de dados é limitado pelo custo. Na mesma linha de raciocínio, o Wi-Fi é mais popular que o 3G.
Para ver também o relatório Nielsen sobre o consumo de mídia por adolescentes, com ambições bem mais científicas, clique aqui.
INSTITUTO CRESCENDO E APRENDENDO
QUEIMADAS: NA LÍNGUA DA TERRA
Desenvolver uma linguagem é encontrar um jeito de falar e ser compreendido. Essa é a essência das campanhas de prevenção a queimadas como tantas que já realizamos para a Eletrosul e SC Energia. Afinal, o público são famílias de agricultores que tem suas propriedades atravessadas pelas linhas, e por isso as campanhas precisam ser simples e diretas. Mas não precisam perder a graça, como mostra o simpático personagem da ilustradora Mylène Jacques e o jingle, reprisado a pedido do cliente devido ao sucesso do ano passado. A campanha de 2009, mais uma vez assinada pela SHIFT, apresentou o personagem em peças como calendários e cadernos escolares, que se juntaram a itens de divulgação como sacolas e estojos escolares e folhetos informativos sobre os riscos e as consequências graves que as queimadas podem trazer, como o desligamento das redes de alta tensão.
UNCLE SAM HAS ADDED YOU
Continuando o assunto de outro dia, pra falar de Social Branding, deu no Estadão que o Pentágono está usando redes sociais como o Twitter e o Facebook pra recrutar soldados para o Iraque e outras frentes. No mínimo, mais uma prova de que usar as redes sociais já não é só para os 'anunciantes' moderninhos, certo? O artigo comenta que "o Exército incluiu ainda em sua página na internet vídeos, um recrutador virtual e respostas para as perguntas mais comuns sobre a vida militar". Para ver como o exército americano fez direitinho a lição de casa, clique aqui.
HSM: O QUE CONTA É A MARCA
SOCIAL BRANDING
Mais uma da série "pra não dizer que estamos falando sozinhos": agora que o mantra do momento diz que as marcas precisam se tornar "sociais", não adianta nada pensar que pra isso basta ir para o Twitter e o Orkut, ok? O artigo depois do jump fala um pouco disso: uma marca não é definida pelo produto ou serviço, mas muito mais pelas pessoas que a usam, falam a respeito e envolvem outras pessoas. Está aí a complexidade do 'social branding'. Marc Jacobs não 'define' quem usa sua marca, seria mais adequado dizer que sua marca é definida por quem a usa e forma parte da 'marca pessoal' desse usuário, num mix com outras marcas (Hermés, Apple, Blackberry). Os consumidores exigem cada vez mais das marcas, e quem está online está sempre em busca de novos meios de se conectar e estabelecer relacionamentos. As mídias e redes sociais dão um testemunho do desejo humano essencial de pertencer e ser parte de um grupo, e ali as pessoas se congregam em torno das coisas que adoram ou com as quais querem ser associadas. Graças ao Facebook, Twitter, YouTube e outras das chamadas mídias sociais, temos a oportunidade de comunicar instantaneamente ignorando todo tipo de fronteiras e a uma velocidade sem precedentes. Ou de botar tudo a perder com a mesma velocidade, claro. Leia um pouco mais, em inglês, aqui.
PERCEPÇÃO E REALIDADE
Claro que a economia global pode fazer isso por você, mas fica bem mais divertido como um truque: aprenda a fazer seu cartão de visitas desaparecer. Nunca é demais impressionar um potencial cliente no primeiro encontro, certo?
[viaWired]
[viaWired]
SHIFT 10 ANOS
SHIFT (assim como SHIVA, na escultura em papel ao lado, por Carlos Meira) significa mudança, destruição e reconstrução contínua, e quer dizer justamente que vivemos um processo de adaptação permanente e nunca somos mais os mesmos. Hoje a SHIFT completa dez anos da sua fundação, e nesse tempo modestamente temos cumprido nosso ambicioso objetivo original, de oferecer um trabalho de gestão de marcas e comunicação com um diferencial de qualidade, esse sim um princípio essencial e permanente. O rol de profissionais e clientes que participaram dessa história é longo, e cada um deles merece créditos e o nosso agradecimento. Para comemorar, nada melhor que rever o repertório e perceber que muitos trabalhos que estão completando 10 anos junto com a agência ainda poderiam ser orgulhosamente veiculados hoje em dia. Embora os melhores trabalhos, sem dúvida, sejam os que já estão no forno e os que ainda estão por vir.
ISSO NÃO É UMA PAISAGEM
(Essa é pra quem gosta de um bom papo sobre linguagem, e o fazer das identidades de marca é pleno dessas discussões. Introdução feita, vamos lá:) As imagens do livro de desenhos DESPAISAGEM, de Francisco Faria (Despaisagem – desenhos, Mirabilia, 2008, 208 pp.), são incríveis. E ficam ainda melhores depois de iluminadas pela resenha 'A Beleza Complexa', de Luis Dolhnikoff. Abaixo copio um bom trecho. Mas para aumentar a vontade de comprar o livro, recomendo ver outras imagens e ler mais aqui. Escreveu Dolhnikoff: "Os grandes conjuntos de coisas naturais sendo inapreensíveis, a arte que os têm como objeto é outra forma de redução. E se a redução é inevitável, e se também é inevitável a consciência do reducionismo [...], é igualmente inevitável determinar a forma de reduzir [...]. Francisco Faria decide apagar a luz do paraíso [...], ao conceber criar um híbrido (do grego hýbris, o descomedimento, aquilo que atenta contra a harmonia do cosmos conforme criado pelos deuses). Ou melhor: ao conceber aprofundar o hibridismo. Sendo um artefato, o desenho da paisagem natural é, de certa forma, um híbrido por natureza. Francisco Faria concebe, então, criar um híbrido híbrido, um híbrido ao quadrado, um híbrido que se dobra sobre si mesmo. Se o desenho da paisagem natural é, ao mesmo tempo, natural e artificial, natural e cultural, e se a paisagem é espaço e luz, tomaria o espaço da paisagem natural, a luz e a composição da paisagem cultural (também conhecida como história da arte). A luz da composição. A composição da luz. É a luz, enfim, que lança sobre esse paraíso uma sombra incontornável [...]. Uma das principais referências do desenho de paisagem de Francisco Faria não está [porém] em qualquer paisagem, sequer em qualquer obra de artes plásticas, mas na poesia. Poesia é sintaxe — o mesmo que disposição. A poesia é feita pela disposição particular da matéria verbal — distinta, p. ex., da disposição prosaica. E não se trata aqui do arranjo na página, mas das relações internas entre as palavras. Sintaxe é, enfim, disposição e correlação. Mas poesia também é ritmo e tom. Tom, ritmo, correlação, disposição: os mesmos ingredientes, representados por outros elementos, existem no desenho. Não se trata de tradução (muito menos de ilustração): não há como traduzir um desenho, que é irredutível — se não o fosse, não teria razão de ser. Desenhos não traduzem poemas, poemas não traduzem desenhos. Isto posto, poesia e desenho, ou poesia e pintura, têm ingredientes equivalentes. ‘A poesia é uma pintura que fala, a pintura é uma poesia muda’, diz um antigo aforismo grego. [...] Essa relação profunda, não-ilustrativa, entre obra visual e obra verbal tem um nome: ecfrase. Originalmente, a ecfrase é uma descrição de uma pintura. A ecfrase, porém, tem uma longa tradição, que deu ao conceito amplitude e densidade. Assim, Alexander von Humboldt, o grande naturalista, nas suas ‘Conferências sobre o Cosmos’ (1828), unifica os vários discursos não-científicos sobre a natureza como ecfrases da natureza: esta é, então, tomada como a obra visual em que se apóiam os textos. Francisco Faria amplia o conceito de ecfrase noutro sentido: se poemas podem ser feitos tendo desenhos por referência, desenhos podem ser feitos tendo por referência poemas. Além de outros tipos de texto. Na verdade, de todos os tipos de texto.”
FENÔMENO DO IBOPE
Quem achava que a contratação do peso-pesado Ronaldo Nazário pelo Corinthians poderia ter mais de marketing que de futebol não precisa mais ter dúvidas. A própria direção do clube chegou a declarar que um dos objetivos da contratação, juntamente com o aumento da arrecadação com patrocínios, seria a 'globalização' do clube. De acordo com o IBOPE em tempo real, divulgado através do UOL, a participação de Ronaldo no jogo contra o Palmeiras foi fantástica não apenas para o Corinthians e sua torcida, mas também para a Globo. Quando o jogador entrou em campo neste domingo, 8, a Globo registrava 27 pontos de média, um índice bom, mas nada anormal em se tratando dos times protagonistas. Então, após o primeiro toque de bola de Ronaldo, a audiência passou a crescer minuto a minuto, até o gol de cabeça do veterano atacante, já nos descontos, gol que selou o empate contra o Palmeiras em 1 a 1, em Presidente Prudente. Quando o jogo acabou, a Globo marcava 34 pontos -- uma das maiores audiências em partidas do Campeonato Paulista. E a Globo continuou com 34 pontos por mais cinco minutos após o final, enquanto Ronaldo era entrevistado. Nesse momento, a Record tinha apenas quatro pontos de média, e o SBT amargava três. Band mal chegava a dois pontos. Rede TV! e Cultura davam traço. Não foi à toa que o Corinthians quis receber 30% da renda, que pelas regras seria integralmente do Palmeiras.
TRANSMÍDIA E MARCAS
Estudioso das relações entre mídia e consumo, o professor Henry Jenkins, escritor, pesquisador e diretor do programa de mídia comparativa no M.I.T., formulou o conceito da narrativa transmídia. Segundo ele, é para onde estamos caminhando, e é onde teremos chegado quando a geração Pokémon tiver se tornado adulta: "Hoje a mídia habita diferentes plataformas com o mesmo conteúdo. Logo todo o conteúdo nessas diferentes plataformas conversarão entre si e se completarão, tornando-se transmídia." Ele afirma ainda que 'aquilo que não for transmídia vai se tornar transmídia nas mãos do público', o que parece se confirmar se observarmos exemplos como o da Lostpedia, uma Wikipedia sobre o seriado Lost feita pelos fãs da série, e que apresenta uma quantidade imensa de informações sobre o seriado que seus produtores nunca produziram ou lançaram. Com esse cenário no horizonte, podemos afirmar que a essência das marcas tende a assumir um papel cada vez mais importante para a sua sobrevivência. Afinal, no mundo transmídia, será preciso aparecer dos modos mais diferentes, sem perder a identidade jamais. Para quem não lembra, os Pokémons são aqueles monstros de bolso que já nasceram transmídia (em um jogo da Nintendo de 1996) e que nunca páram de evoluir.
CRISE? FALEMOS DE BRANDING
Para quem também não aguenta mais ouvir falar de crise, recomendo a leitura do texto Branding e a Crise, mais um artigo brilhante escrito pelo Ricardo Guimarães e disponível no site da Thymus. Aproveita o momento para esclarecer o papel da gestão da marca - uma abordagem da gestão, e não do marketing - nos tempos de incerteza que, nessa sociedade do conhecimento, são a regra. Para usar as palavras dele, "É em torno da identidade da marca que a organização se articula junto ao seu ecossistema – investidores, funcionários, clientes, fornecedores, consumidores etc.– permitindo que ela crie vínculos de qualidade com todos esses relacionamentos interdependentes e gerencie essa rede com a flexibilidade e proatividade necessárias para responder um cenário mutante e imprevisível." Para finalizar, "O Branding não lamenta a crise, pelo contrário, vê na destruição do status quo a condição necessária para o aprendizado, para a ruptura com o empobrecedor padrão mecanicista da Sociedade Industrial e a evolução em direção às chances que a sociedade em rede oferece aos indivíduos." Sei que quando entramos nesse assunto, (de que as marcas precisam desenvolver identidades sólidas para se adaptarem aos cenários sem perderem o rumo) às vezes parece que estamos nos repetindo. Mas talvez seja preciso, já que muita gente boa por aí ainda não entendeu. Leia tudo aqui.
GAUDÍ NO AR
Dando continuidade ao trabalho desenvolvido para a Gaudí Maquetes, acaba de entrar no ar o novo site. O destaque fica por conta do portfolio que - assim como a espiral que faz parte do sistema de identidade visual - faz referência à famosa escadaria das torres da igreja Sagrada Família, obra-prima do mestre Gaudí em Barcelona. Clique aqui, e boa viagem.
GAUDÍ MAQUETES

Depois de atingir a liderança do mercado de produção de maquetes artesanais no Sul do Brasil, o pessoal da Gaudí Maquetes resolveu que precisava ir mais longe. Por isso procurou a SHIFT para produzir uma nova identidade visual, slogan e material de comunicação. O resultado, imodestamente, foi uma cara nova, compatível com a evolução da empresa, que já está começando a se consolidar em uma nova linguagem para a marca. Não poderia ser menos, para honrarmos a memória do genial arquiteto catalão que empresta o nome à empresa.